no Gordon Ramsay Steak

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Em Las Vegas pode tudo, até comer exageradamente sem culpa. Quem me conhece sabe que não sou tão fanática por carnes, mas eu tinha que experimentar a preparada em um dos restaurantes do Gordon Ramsay, um dos meus chefs favoritos, conhecido pelos programas de TV Hell´s kitchen, MasterChef, The F Word e Kitchen Nightmares e seu péssimo humor. Só não sabia que iria me deparar com um mostruário de carnes com opções de vários cortes completamente novos para mim. Achei bem curioso! : ) A especialidade é o bife Wagyu americano também conhecido como Kobe (nome dado a carne japonesa extremamente macia em que o gado recebe tratamento diferenciado, inclusive direto a beber cerveja e assistir TV, para ser nobre).

Mostruário de carnes e cortes

Mostruário de carnes e cortes

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…atrás das cortinas

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Fila de espera: curta, mas parada

Fila de espera

Um lugar escondido sempre aguça a curiosidade, ainda mais quando estamos falando de comida. Por essa razão, o Burguer Joint NY, indicado por uma amiga, foi o escolhido para o primeiro jantar durante minha passagem por New York. A hamburgueria está localizada em um cantinho do hotel Le Parker Meridien, atrás de cortinas vermelhas e sem sinalização alguma. Dificilmente alguém chega lá ao acaso, consegui reconhecer apenas pelo aglomerado de gente que já estava na fila por volta das 17h. Como eles não aceitam reservas, achei que chegando cedo conseguiria entrar tranquilamente #soquenao. E não adianta puxar a cortina para tentar ver algo lá dentro, pois você dará de cara com paredes hehe.

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em um bar onde o silêncio é tão importante quanto as palmas

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É engraçado, mas faz sentido. O pedido de silêncio vem do grupo Riviera Jazz Band que toca todas às sextas-feiras a partir das 21h30 no recém-reinaugurado Riviera Bar .  Talvez por serem apenas 45 minutos de boa música, os músicos precisam reforçar o pedido para que as conversas do público não atrapalhem a atração e vale a pena. Mas comer não é proibido rs. Então vamos às comidas que eu comi por lá.

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na calçada de um francês em SP

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Todo sábado tenho a mesma dúvida: onde almoçar? A preguiça para pensar é tanta que sempre enrolamos e acabamos comendo em algum lugar quase no final da tarde. Desta vez, havia decidido no dia anterior que gostaria de conhecer o Le Vin, um bistrô simpático que chama a atenção de quem passa em frente por suas toalhas xadrez azul e branco, tipo piquenique, uma graça. São três unidades em São Paulo, mas a que me atraiu foi a do Jardins, onde a rede começou.

LeVin_Comidasjacomidas

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Japonês na Pompeia

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Comida japonesa sem frescuras. É assim que eu definiria os pratos do Zendô Sushi, um restaurante quase escondido na Pompeia, em São Paulo. Apesar de um pouco difícil de identificá-lo por apresentar fachada de uma casa comum sem sinalização, o Zendô é uma ótima dica para quem procura comida japonesa de qualidade a um preço justo e tem um clima de o lá em casa rs. Lá tem a opção de festival  e a la carte com uma variedade de pratos. Ah, se sentar no balcão, o atendimento acaba sendo mais rápido e personalizado e o preço também é diferente rs.

Como gosto de comer bem, optei pelo rodízio que também inclui sobremesa. Comecei pelo tradicional temaki de salmão que não tem nada de diferente. É gostoso normal.

Temaki de salmão

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no Esquina Mocotó

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Depois de tanto tempo sem escrever, volto por uma boa causa: falar sobre os pratos experimentados na inauguração do Esquina Mocotó, novo restaurante do premiado chef Rodrigo Oliveira, do conhecido Mocotó, que já falei aqui no blog no post Petiscos Nordestinos. No evento, organizado pela Nokia, deu para ter uma prévia do que teremos no novo cantinho brasileiro, na Vila Medeiros, zona norte de São Paulo, que abre as portas  ao público hoje.

Inauguração Esquina Mocotó com a Nokia

Inauguração Esquina Mocotó com a Nokia

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em um restaurante sem garçons

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Essa é a proposta do Vapiano, restaurante “casual” italiano inaugurado recentemente em Ribeirão Preto e a primeira franquia da rede europeia na América do Sul. Logo que cheguei fiquei impressionada pelo tamanho da fachada. Um prédio bem largo de dois andares. Na entrada, uma simpática recepcionista entrega o cartão e pergunta: “vocês conhecem a casa?” Diante da resposta não, ela já avisa: “as mesas são familiares e podem ser divididas com pessoas desconhecidas e não temos garçons”. Por alguns segundos pensei: “Que preguiça desse lugar! Quero um lugar pra ser servida! rs, mas logo achei que seria uma experiência diferente e entrei.

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